terça-feira, fevereiro 01, 2011

Parabéns FilhaN1

Filha minha te amo! Quando voce nasceu eu chorei, quando voce se apresentou no ballet / sapateado / flauta eu chorei... Todos os choros de extrema felicidade. Te amo tanto que desejo verdadeiramente que voce sinta esta mesma emoção um dia. Ass: Papi Gomi

sexta-feira, janeiro 21, 2011

Parabéns FilhaN3

FilhaN3, você faz parte da entidade mais importante para mim. A família.
Independente do que o papai está fazendo ou pensando, ao te ver brincando com seus outros irmãos eu simplesmente paro e fico olhando para tatuar as imagens em minha lembrança, pois é umas das cenas mais lindas que já vi.
Outras imagens que me marcaram muito de forma positiva foram as dos partos de vocês todos. Sinto muito orgulho da família que tenho.
Mas o aniversário é seu, não é? O papai não comprou nenhum presente legal, e ainda trabalhou o dia todo, mas hoje a noite vamos comemorar, ok?!
Te amo muito!

terça-feira, junho 08, 2010

As três peneiras - (Sócrates)

Augustus procurou Sócrates e disse-lhe:

- Sócrates, preciso contar-lhe algo sobre alguém! Você não imagina o que me contaram a respeito de...

Nem chegou a terminar a frase, quando Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:

- Espere um pouco Augustus. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?
- Peneiras? Que peneiras?
- Sim, A primeira, Augustus, é a da VERDADE. Você tem certeza de que o que vai me contar é absolutamente verdadeiro?
- Não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram!
- Então suas palavras já vazaram a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira: a BONDADE. O que vai me contar gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?
- Não, Sócrates! Absolutamente, não!
- Então suas palavras vazaram também a segunda peneira. Vamos agora para a terceira peneira: a NECESSIDADE. Você acha mesmo necessário contar-me esse fato, ou mesmo passá-lo adiante? Resolve alguma coisa? Ajuda alguém? Melhora alguma coisa?
- Não, Sócrates... Passando pelo crivo das três peneiras, compreendi que nada me resta do que iria contar.

E Sócrates conclui:

- Se passar pelas peneiras, conte! Tanto eu, quanto você e os outros iremos nos beneficiar. Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos.

Devemos ser a estação de qualquer comentário infeliz! Da próxima vez que ouvir algo, antes de ceder ao impulso de passá-lo adiante, submeta-o ao crivo das três peneiras por que:

- Pessoas sábias falam sobre idéias;
- Pessoas comuns falam sobre coisas;
- Pessoas medíocres falam sobre pessoas.



Fonte: http://recantodasletras.uol.com.br/mensagens/1519657

quinta-feira, maio 27, 2010

Propaganda NEXTEL de um Gestor de Projetos



Comecei a trabalhar com projetos, antes mesmo de aprender a escrever.
Eu tinha dislexia e planejava meus projetos mentalmente.
WBS, Cronogramas, Riscos e viabilidade financeira, tudo na minha cabeça.
Aí eu aprendi a escrever, pintei o cabelo de verde e fui expulso do colégio.
Aos 34 anos e quatro filhos
Sou PMO,
tenho mais de 52 cases,
3 fábricas e diversas OS.
Pra quem pensava que ia morrer aos vinte e cinco anos,
até que tá legal, né?

Essa é minha vida, esse é meu clube.
Nextel é inteligente, ilimitado e pode ser pra você!

quarta-feira, maio 19, 2010

AVÓ

Ninguém nasce e diz: "quero me tornar a melhor avó do mundo!". Se tornar uma avó é um processo lento. Construído a cada ano que se passa. É coletar de cada passagem da vida o que é bom, aprender com o ruim e transformá-lo em sabedoria para, posteriormente, ensiná-lo aos nossos netos. Se tivéssemos todo o tempo disponível para nos formar "nas melhores avós do mundo", não seríamos nem metade das melhores avós do mundo de hoje são.
Para as melhores avós do mundo. Dona Flora, Dona Alzira, Dona Fiica, Dona Rosa, Dona Edirlei e Dona Regina.

sábado, julho 18, 2009

PARABENS MEU FILHO!

[em nome do pai, do filho e do espírito santo, amém!]

Senhor DEUS!

Obrigado pela família que eu tenho. Obrigado por permitir que
eu esteja junto deles neste dia. Especialmente com o Filho,
pois é aniversário dele.

Obrigado Senhor por me agraciar com o Filho em 18/07/2003, um
garoto que eu já idealizava mesmo antes de 1993. (Lembra o que
eu disse na Mister Game: "quero ter um filho com este nome
para chamá-lo de Filhão!"

Por isso Senhor, peço que meu filho tenha muitos, mas muitos anos
de vida e que ele continue sendo a pessoa que é. Único.

Eu o amo, Senhor! Eu o abenço-o, Senhor!

[em nome do pai, do filho e do espírito santo, amém!]

Parabéns Filhão!

PS.: será que este ano você ganhará um Trator de caçar animais na lama ou um Nintendo DSi? Quem sabe? ;)

domingo, julho 12, 2009

Sal e EU!

Tenho uns amigos “da onça” que insistiram para eu assistir o filme “Marley e Eu”, dizendo que ia mudar minha vida coisa e tal, pois bem, assisti e nada aconteceu. Vou voltar no tempo há um ano e meio atrás para tentar explicar.

Numa bela final de tarde de sexta-feira, naquela hora que você está pensando “bem, o que faremos de legal neste final de semana?”, minha mulher inicia um diálogo comigo:

Mulher: “Amor, você não vai acreditar o que aconteceu hoje!” – toda serelepe...

EU: “O que meu bem?”, com um sorriso no rosto.

Digníssima: “Um paciente meu nos ofereceu um Dálmata por apenas R$ 200!”.

EU: “O que?!”, fechando a cara e sentido o presságio.

Coitada: “É meu bem, valeu uns R$ 600 e ele quer apenas R$ 200.” – e ela continua

Manipuladora: “O nosso filho sempre quis ter um...”

Ah meu! Fala sério: o moleque tinha apenas 4 anos de idade e o único filme que ele não assistiu várias vezes seguidas - porque não gostou - foi “101 Dálmatas”, como podia ‘sempre querer um’?!?

Bem, não precisa dizer que passamos o resto da sexta-feira, sábado o dia todo até as 20h00 de domingo discutindo o assunto, não é?

Pena... meus argumentos acabaram, cedi e fomos buscar o ‘cão de liquidação’ na noite de domingo. Existiam 3 filhotes, mas apenas este estava em liquidação – coincidência com o filme? Não. Ainda negociamos o pagamento para metade a vista e metade com cheque pré-datado. Pufff... que cagad.

Começava o carma: ainda na casa do ex-dono, o então já intitulado ‘Salgado’ – Sal para os íntimos – já no leito da sua nova família, salta dos braços da minha digníssima e corre para a rua e quase é atropelado. Imaginem: freada brusca de carro, som de pneu cantando, mulher gritando, criança chorando e eu totalmente parado, pensando bem talvez hoje eu entenda a reação que tive naquela noite (nossa, que pecado).

A noite só estava começando, em casa, como era a primeira noite do ‘cão de liquidação’ longe dos pais, a choradeira canina vazou a madrugada. Os vizinhos devem ter nos xingando aquele dia. Faz parte.

Ah! Esqueci de mencionar, antes de embarcar nesta barca, nós já éramos em 7 na família (papai, mamãe, filhinha, filhinho, 2 tartarugas aquáticas e uma cachorrinha SRD – Sem Raça Definida [termo científico para vira-latas]). As tartarugas aquáticas de orelha vermelha são uma herança paulistana, já a SRD nós a adotamos de uma ONG que cuida de animais domésticos abandonados. Mas ela é pequena, come pouco (e apenas ração), faz pouco cocô, enfim, no saldo ajuda mais do que atrapalha. Portanto, a partir daquele fatídico dia, nos tornamos 8 (eu, a digníssima, a filha, o filho, as 2 tartarugas, a SRD e o Sal).

Depois de semanas de choradeira, o Sal foi crescendo e, com ele, foi crescendo também sua habilidade nata de destruição.

Certa vez, minha mulher (a digníssima), comprou um sapato preto para trabalhar. Era de uma marca boa, bastante confortável dizia ela. Ela sempre deixa os sapatos no hall para não sujar o resto da casa. Nesta época o Sal já conseguia pular da maçaneta da porta e abri-la empurrando com o corpo. Na boa, se esse cachorro tem alguma coisa boa é a inteligência, ele coloca a SRD no bolso quanto a isso. Ele sabe exatamente quando a porta não está trancada, quando na lata de lixo tampada há lixo, quando o portão esta entre-aberto, quando tem alguma coisa para ele roer – apesar que ele roe qualquer coisa mesmo. Voltando ao sapato, ele saltou na maçaneta empurrando a porta com o corpo e pegou o pé esquerdo do sapato para roer (detalhe: ela tinha usado somente aquele dia este sapato, juro).

Você deve estar pensando: “coitado do cãozinho de liquidação... não tinha nada para roer...”. Tinha sim. Tinha osso, brinquedo de cachorro e até a casinha dele para roer, mas o bicho gosta mesmo é de sapato novo, meia usada, chinelo, almoçada e retrovisor de carro (já conto essa).

Bem, a digníssima não podia ir trabalhar com o pé direito do sapato novo bom e o esquerdo todo roído. Conclusão: comprou outro par igual - idêntico - já para deixar um sapato de reserva para caso dele comer o outro.

O problema é que cachorro, mesmo que inteligente, não sabe diferenciar direito do esquerdo. (Ou será que sabe e fez de propósito?! Não sei. Talvez.). O mais impressionante é que, novamente, ela deixou os sapatos no hall e não trancou a porta, ele saltou na maçaneta empurrando a porta com o corpo e pegou novamente o pé esquerdo para roer. Eu disse ‘pegou novamente o pé esquerdo para roer’. Essa parte foi até engraçada, minha mulher esbravejando com o Sal com os dois pés direitos novos na mão gesticulando e dizendo: “por que você não comeu o direito desta vez???”.

Sabe o que foi pior? Dei os dois sapatos direitos para ele comer e ele nem deu bola. Filho de uma pu de um cachorro! Não gosta de nada dado. Tem que ser surripiado! Ô raça!

Fora esses sapatos, que depois foram vários outros, tinham as meias... o pior não era ficar sem as meias, até porque é mais fácil você formar novos pares (as meias não tem direita ou esquerda). O pior, no caso das meias, era pegá-las no quintal ‘recicladas’. Não sei se viu alguma, mas, depois da digestão canina, elas ficam todas retorcidas e marrons... Argh!

Ah! Os fogos de artifícios... sinceramente não gosto nem mesmo quando o meu time ganha. Na verdade, de uns tempos para cá odeio tanto futebol, quanto o Sal odeia fogos. Só para lembrá-los: o Marley do filme do filme dava maior trabalho quando ouvia fogos.

Inclusive, não sei se por causa da minha tristeza ao vê-lo roer as coisas (almoçadas, chinelos brinquedos das crianças), um dia ele até tentou roer a própria casinha, mas acho que não tinha muita graça, até porque era dele mesmo. Eu tentei ajudar no dia passando uma pimentinha, cat-chup, mostarda, limão, sal... mas o Sal deu umas lambidas e não quis saber do gosto da madeira (da casa dele, pois ontem mesmo tinham uns pedaços de madeira no quintal, com certeza era de um dos brinquedos das crianças).

Falando em criança, o Sal foi crescendo, o tempo foi passando, já éramos 8, mas a vida já estava começando a ficar monótona, quando em Maio do ano passado, no feriado, as 21h35 fizemos mais um bebê que nasceu há 6 meses.

Mas antes de fazer a contabilidade familiar novamente deixe me contar um episódio pitoresco. Era uma segunda-feira típica. Acordamos as 06h30, preparamos o café, colocamos a mesa, aos poucos as crianças foram acordando, tomamos o café da manhã, fui para a garagem, ainda meio dormindo dei comida para as tartarugas, dei partida no carro para esquentá-lo, coloquei os cachorros no corredor, recolhi uma sacola plástica de cocô dos cachorros, abri o portão, tirei o carro para fora, fechei o portão, soltei os cachorros no quintal, voltei para dentro para apreçar a digníssima e fomos trabalhar – como toda segunda-feira. Só que neste dia, 100 metros depois de sair de casa, ao olhar para o retrovisor do carro, o susto! “Meu, DEUS! O Sal comeu o retrovisor do carro!”, eu gritei. Minha mulher, tentando me acalmar disse calma e lentamente: “Noooooossa. Isso não se faz...”. Passei um mês mal. Sal, digo, mal conseguia dirigir o carro olhando para aquele retrovisor... mas isso foi só uma provação. Semanas depois ele comeu o outro retrovisor e fez uma boquinha no para-choque traseiro. Recentemente ao descer para a garagem para dar partida no carro, ele estava em cima do capô com as quatro patas abertas com o peito encostado na lata, tipo abraçando o carro... imagino que porque era inverno e o motor do carro estava quente é que ele estava lá, entende?

Voltando a família, imaginem só, hoje somos 9 (eu, a digníssima, a filha, o filho, o bebê, as 2 tartarugas, a SRD e o Sal). Não usamos cueca por cima da calça, ou seja, não somos super heróis. Não é fácil comandar um tropa de 8 sem um nível hierárquico claro. Precisamos de ajuda e não conseguimos. Por exemplo, nestes últimos meses não parou empregada em casa. Foram umas 3 ou 4. Babá?! Um dia por mês, pagando peso em ouro, está difícil para arrumar.

Bem, não estou aqui para contar como esta história termina e sim como ela começa. Para quem assistiu ao filme vai entender exatamente o que vou dizer: não tem graça nenhuma quando alguém faz um filme da sua vida, troca os nomes e, ainda por cima, deixa de lado fatos de extrema importância.