Protótipo do Mind Transmission per Bluetooth

Diante de tantos problemas de comunicação verbal ou escrita e cansado de ter que digitar, falar, desenhar, gesticular e pular para expressar uma idéia e não conseguir ser corretamente interpretado, desenvolvi a tecnologia MTpB - Mind Transmission per Bluetooth. Ainda é um protótipo, está apenas no meu pensamento, mas já foram registrados bons resultados nos testes em laboratório.
Para entender o MTpB é necessário ter noções básicas de pensamentos e saber que Bluetooth é uma tecnologia de baixo custo para a comunicação sem fio entre elementos a curtas distâncias
. Inclusive hoje muitos equipamentos como computadores portáteis, cameras digitais, PDAs e celulares, já vem equipados com o chip bluetooth.
Os chips Bluetooth se comunicam entre si e formam uma rede denominada piconet, na qual podem existir até oito dispositivos interligados, sendo um deles o mestre ("master") e os outros dispositivos escravos ("slave"); uma rede formada por diversos "masters" (com um número máximo de 10) pode ser obtida para maximizar o número de conexões. A banda é dividida em 79 portadoras espaçadas de 1 MegaHertz, portanto cada dispositivo pode transmitir em 79 diferentes frequências; para minimizar as interferências, o dispositivo "master", após sincronizado, pode mudar as frequências de transmissão do seus "slaves" por até 1600 vezes por segundo. Em relação à sua velocidade pode chegar a 721 Kbps e possui três canais de voz.
A arquitetura do Mind Transmission per Bluetooth é simples, basea-se apenas na recepção e no envio de sinais produzidos por nossas mentes para um chip bluetooth "slave" integrado a um processador de inteligência virtual que transforma os sinais mentais transmitidos em imagens, documentos e apresentações facilmente entendíveis por qualquer ser humano.
Há a possibilidade também de enviar o sinais mentais diretamente para outras mentes equipadas com um chip bluetooth. A grande vantagem deste modelo de transmissão é que os pensamentos são transmitidos pela mente "master" para a "slave" sem tratamentos, conversões ou alterações em seu formato, o que nos assegura de garantir 100% do entendimento da informação transmitida, eliminando todos os males entendidos de comunicação. Inclusive na primeira versão deste protótipo utilizamos um dos três canais de voz disponível no chip para transmitir o pensamento do "master" para o "slave", no entanto 3% de toda informação transmitida - e traduzida para o canal de voz - era distorcida e portanto o principal objetivo do MTpB não era atingido.
Já existem diversos plug-ins para MTpB, um dos mais interessantes é o plug-in para deficientes visuais que imprime em braille a saída do processador de inteligência virtual.
Inclusive estamos recrutando estudantes, profissionais liberais, donas de casa, microempresários, profissionais autônomos, enfim qualquer pessoa - menos advogados - para participar dos testes em laboratórios realizados, normalmente, em uma mesa de bar estéril.
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